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As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas.
A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural – e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico.

Vale a pena ouvir a lição de vida desta escritora nigeriana.

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A história de D. Dinis e da Rainha Santa Isabel levou-nos pelo reino de Portugal e o imaginário dos Reis e Rainhas fez sonhar as crianças

 

O livro “ O Amor de Pedro e Inês” chegou a Moçambique e foi o mote de inspiração para o dia dos namorados.

 

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    Por vezes quando abordo as figuras da nossa História de Portugal, surgem-me na  memória, imagens

do Estado Novo e da sua glorificação da pátria e a acentuação de certas figuras históricas

que eram utilizadas para enfatizar o nacionalismo, o machismo, o culto a Salazar  e o espírito do “orgulhosamente sós”.

    Porém, a abordagem Histórica, pós 25 de Abril, assume  um sentido muito diferente.

Desta forma, não devemos ter relutância em valorizar a nossa História de Portugal, pois a abordagem do nosso passado é de extrema importância, pois permite-nos valorizar  a força do povo anónimo, das grandes mulheres, mostrar que os nossos Reis e Rainhas também tiveram angústias e dificuldades como todos nós, encontrar valores de extrema importância para a nossa sociedade actual, perpetuar memórias e reforçar a identidade nacional( de forma saudável , solidária e  construtiva).

    São estas as motivações, que me levam a contar as histórias da nossa História às  crianças.

Eu adorava…

 

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A Casa

Vinicius de Moraes

Composição: Vinicius de Moraes

Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não

Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero

na rua dos bobos numero zero

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Hoje, não posso deixar de recordar duas figuras que sempre me inspiraram.

Quando era pequena, o Mosteiro de Alcobaça era local das minhas brincadeiras,corria pelas alas do Mosteiro, e D. Pedro e D. Inês  povoavam o  meu imaginário .

Era tão belo imaginar como teria sido o amor destes dois reis, que tantas dificuldades tiveram de superar.

Este meu interesse, por Pedro e Inês aguçou-se, quando a peça a “Castro” foi representada no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.

Para mim, pequenita foi um deslumbramento, e ficou-me para sempre gravada na memória, o momento

final, em que centenas e centenas de pétalas de rosas vermelhas se soltaram da abóbada do cruzeiro, enaltecendo o grande amor de D. Pedro e D. Inês.

Foi um amor de outros tempos e outros contextos, mas é de uma beleza tocante…

 

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retirado do meu livro “O Amor de Pedro e Inês”

 

 

A festa continua… e as crianças ajudam

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Jardim de Infância de Regueira de Pontes(Leiria)

Obrigado à minha colega de escrita e educadora Leonor Lourenço

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